Os problemas da automedicação

Embora comum e aparentemente inofensiva, a prática da automedicação é um grande perigo. Seja para quem sofre de alguma doença crônica, tem qualquer sintoma do novo corona vírus ou de outra enfermidade, a automedicação pode trazer consequências mais graves do que se imagina.

Segundo dados do Sistema Nacional de Informações Tóxico-Farmacológicas (SINTOX), os medicamentos foram responsáveis por 28% de todos os problemas de intoxicação no Brasil, e a causa de 20 mil mortes no país por ano.

Mesmo um medicamento que pareça inofensivo, como por exemplo um comprimido para dor de estômago, pode causar reações sérias considerando que pode não se ter pleno conhecimento das substâncias que compõem o medicamento e como o organismo pode reagir a elas. Para evitar problemas em sua saúde, listamos informações importantes acerca desse assunto. Acompanhe!

Estatísticas da Organização Mundial de Saúde (OMS)

  • No mundo inteiro, mais de 50% de todos os medicamentos receitados são dispensáveis ou são vendidos de forma inadequada.
  • Cerca de 1/3 da população mundial tem carência no acesso a medicamentos essenciais.
  • Em todo mundo, 50% dos pacientes tomam medicamentos de forma errada.

O uso indiscriminado de medicamentos

Os problemas da automedicação

O uso sem indicação de medicamentos não se restringe apenas a uma automedicação única. Temos também a “medicalização”, ou seja, uma forma de encontrar a cura para as doenças e promover o bem-estar usando exclusivamente o medicamento, sem consultar um médico ou realizar exames.

Assim, com o uso errado, o medicamento pode esconder sintomas graves de alguma doença ou até agravar o quadro clínico do paciente. Por exemplo, podemos citar o “mascaramento” de problemas gástricos sérios como tumores, onde quem está doente não sabe que tem a doença, pois usa antiácidos para aliviar os sintomas, sem a consulta de um médico.

Acompanhamento médico

Cuidados com a automedicação

O uso de qualquer remédio deve ser levado muito a sério. Por isso, nada melhor do que ter a ajuda de quem entende do assunto. O médico é um profissional altamente capacitado que, além de conhecer os tipos de sintomas e doenças, tem grandes noções de medicamentos. Em uma consulta com um profissional qualificado, é possível avaliar todos os sinais do indivíduo, saber seu histórico de doenças, pedir exames essenciais, para, então, avaliar e determinar o medicamento mais efetivo para cada caso.

Fique atento com a automedicação

Existe uma frase muito famosa entre os profissionais da saúde que diz: “a diferença entre um remédio e um veneno está só na dosagem”. Por isso é necessário muito cuidado quando apresentar algum problema. Procure sempre um médico. Não use nenhum tipo de medicamento a não ser o que o seu médico receite, principalmente quando se trata de crianças. Assim você e sua família poderão ter sua saúde preservada e um melhor tratamento para eventuais enfermidades.

Tenha um plano de saúde adequado que conte com os melhores hospitais da sua região, onde você possa realizar consultas e exames de rotina para preservação do seu bem-estar e ser acolhido sempre que precisar. Quando o assunto é a sua saúde, todo cuidado é necessário.