Cuidado. Ameba que come cérebro mata menina de 10 anos

A Naegleria fowleri, conhecida como Ameba que come o cérebro, foi contraída por Lily Mae Avant, de 10 anos, enquanto nadava em um lago no Texas.

Sua morte foi confirmada pela família. Lily estava sendo tradada de “meningoencefalite amebiana primária”, doença rara em que a ameba se alimenta dos tecidos do cérebro para buscar nutrientes e acaba matando seu hospedeiro.

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Micro-organismo unicelular, a ameba costuma habitar em rios e lagos de água aquecida, onde se alimentam das bactérias que existem nesses ambientes.

Uma vez que no cérebro humano não há essas bactérias, a Naegleria fowleri busca nutrientes se alimentando dos tecidos do cérebro, causando grandes danos.

A ameba adentrou ao cérebro pelas narinas de Lily, onde passou a destruí-lo em busca da sua própria sobrevivência.

Em nota, a escola onde Lily estudava lamentou sua morte: “Estamos profundamente entristecidos pela perda de Lily Avant”.

Logo após nadar no rio na cidade de Fort Worth, Texas, Lily começou a apresentar alguns sintomas como dores de cabeça e febre, sendo levada ao hospital pelos seus pais, onde, foi diagnosticada com meningoencefalite.

Já foi registrado tipos da ameba Naegleria fowleri aqui no Brasil.

Como evitar a contaminação da ameba que come cérebro?

Segundo CDC (Centro Para Prevenção e Controle de doenças), Naegleria Fowleri habita geralmente em lagos e rios aquecidos pelo sol no verão.

Evitar tais lugares nessas condições seria o ideal, mas caso queira nadar, use protetor de narinas para impedir que o micro-organismo acesse o cérebro.

A Naegleria fowleri é perigosa?

Extremamente letal, sendo que a taxa de mortalidade chega a 97%.

Segundo dados do CDC, dos 145 casos registrados entre o período de 1962 à 2018, apenas 4 pessoas sobreviveram.

A ameba é muito agressiva, uma vez que esteja em contato com o cérebro. Lily ficou em tratamento por apenas duas semanas, quando então, infelizmente veio a falecer.

Após sua morte, pessoas próximas, amigos e familiares se mobilizaram para criar um grupo em uma rede social com o objetivo de alertar e prestar mais informações, para que cada vez menos famílias passe pelo mesmo sofrimento.

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